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sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Ready to Start

Se em estúdio o Arcade Fire torna-se cada vez mais seminal, ao vivo chega a ser avassalador. Experimente.
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quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Arcade Fire na vitrola


The Suburbs (2010)

O terceiro álbum do Arcade Fire é um atestado de maturidade. Perto da perfeição, os canadenses conseguem juntar melodias inesquecíveis com peso e delicadeza (alguém aí falou em Pixies?). Mas não é só isso. A cada audição, as músicas vão crescendo até chegar num ponto quase insuportável de se perguntar: não tem mais dezesseis? Vão acabar tão cedo? A vida e a arte em forma de música. Não dá para esperar.

We Used to Wait



I used to write,
I used to write letters I used to sign my name
I used to sleep at night
Before the flashing lights settled deep in my brain
But by the time we met
By the time we met the times had already changed
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sábado, 16 de maio de 2009

Arcade Fire encontra Sergio Leone

Duas coisas imbatíveis: do ótimo álbum Neon Bible (2007) do Arcade Fire, a lindaça "My Body is a Cage". Do maravilhoso filme de Sergio Leone, Era Uma Vez no Oeste (1968), a cena do duelo final, uma obra prima de closes e flashbacks.
Charles Bronson, o "Harmônica", foi obrigado por Henry Fonda a matar o irmão quando era um garoto. Agora é a hora do acerto de contas.
O designer J Tyler Helms inventou de juntar Arcade e Sergio. O resultado, perceba, parece que nasceram um para o outro.

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quinta-feira, 26 de abril de 2007

Na vitrola toca

Arcade FireNeon Bible (2006) – o segundo disco dos canadenses chega de forma imponente. Impossível não associá-lo a uma grande missa (pagã?). O rock festivo/melancólico do primeiro disco ganha aqui contornos épicos, com orquestrações, corais gospel e um quase onipresente órgão de igreja. Os temas sobre a vida e a morte foram burilados e me parecem mais consistentes. Alguns títulos das músicas dão a pista: “My Body Is a Cage”, “Black Mirror”, “Antichrist Television Blues”. Precisa dizer mais?

AirPocket Symphony (2007) – mais uma delicada obra da dupla francesa, que com o passar do tempo vai criando uma obra original, quase um mundo próprio. A utilização de pianos e violões com mais desenvoltura tem até lhes custado a pecha de “ex-eletrônicos”. Quem se importa com isso? A música desliza nos ouvidos com letras bacanas e melodias de muito bom gosto. Pra completar, temos aqui um dos temas mais marcantes do Air: “Mer du Japan” é um achado. Compartilhe no Facebook