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sábado, 4 de junho de 2011
Raveonettes na vitrola
O dinamarquês Sune Rose Wagner é um exímio guitarrista, mas em vez de ficar se exibindo prefere passar as horas tentando encontrar os timbres e as texturas perfeitas para músicas inspiradas nos anos 50. O certo é que normalmente consegue, ele e sua fiel escudeira Sharin Foo, como nesse sétimo álbum dos Raveonettes.
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sábado, 4 de setembro de 2010
Duas coisas imbatíveis (Raveonettes + Stone Roses)


Os dinamarqueses do Raveonettes pegaram um clássico dos ingleses Stone Roses e deram uma pincelada. Ficou essa delícia. I Wanna Be Adored.
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sábado, 7 de novembro de 2009
Raveonettes na vitrola
In and Out of Control (2009)A dupla dinamarquesa recicla os anos 50/60 com temperos moderníssimos. A guitarra mezzo surf-mezzo noise de Sune Rose Wagner dá o tom para os delicados vocais da linda Sharin Foo. Este blog já viu a performance ao vivo da banda e garante: é acachapante.
Neste In & Out, mais onze delícias para se esbaldar.
Ouça Gone Forever:
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quinta-feira, 8 de maio de 2008
Na vitrola toca...


The Raveonettes – Lust Lust Lust (2008)
Depois do quase festivo disco de 2005 (Pretty in Black), a dupla dinamarquesa volta com a mesma fórmula, mas um jeito bem diferente. As melodias dos anos 60 e vocais angelicais continuam, mas o andamento é arrastado, as guitarras no talo formam uma parede de pano de fundo, o ritmo é eletrônico e lento, as letras introspectivas e soturnas. Bonito isso.
Black Francis – Bluefinger (2008)
Nascido Charles Thompson, o Black Francis dos Pixies virou Frank Black em carreira solo e agora Black Francis de novo (!?).
Tudo isso pra dizer que o velho Charles abandonou um pouco suas releituras das raízes norte-americanas dos últimos discos e incorporou o espírito do último petardo da banda de Boston (Trompe Le Monde). Sem querer comparar, mas o homem retornou aos seus rocks estridentes e cheios de volúpia, com músicas cativantes e gritadas. É um bom recomeço de Francis. Ou seria de Frank?
Supergrass – Diamond Hoo Ha (2008)
Há tempos que o Supergrass mergulhou de cabeça no rock setentista e produz coisas cada vez mais bacanas. O hard-rock com pitadas pop fazem um casamento perfeito e inspirado. É simples e classudo. Furioso e delicado.
Detalhe: o ótimo Road to Rouen (2005) inaugurou esta vitrola há dois anos. Compartilhe no Facebook
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