Collapse Into Now (2011)
Assim como os veteranos do Sonic Youth, o R.E.M. passa a barreira dos 50 querendo fazer barulho. E quem há de discordar? Lirismo e potência ainda são a marca registrada desses senhores irrequietos. Um mini-petardo para saborear, All The Best.
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sábado, 26 de março de 2011
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Live at The Olympia
Mais um álbum ao vivo do R.E.M. depois de dois anos. Muitos devem se perguntar: pra quê? Este blog se fez a mesma pergunta, mas bastou uma passadela no set list de 39 músicas para a coisa mudar de figura. A banda agrupou os rocks vigorosos do último Accelerate e algumas pérolas escondidas dos anos 90 e 00. O resto, a metade, é uma viagem aos tempos "alternativos" da mais famosa college band do mundo.
Entre 83 e 87 o R.E.M. era conhecidíssimo no circuito alternativo das rádios universitárias dos EUA e, claro, no underground do resto do mundo. Desse tempo saíram os álbuns Murmur, Reckoning, Fables of Reconstruction, Lifes Rich Pageant e Document, além de inúmeros b-sides. Depois viria o contrato com uma major e os álbuns Green e Out of Time inaugurariam uma nova era.
Neste ao vivo privilegiam a fase do início e não há como não arrebatar os velhos fãs, além de fazer os iniciados babarem. Esqueça os hits, o mais próximo disso é Drive, de 1992. Assim, de dispensável este álbum passou a quase obrigatório. Confira So. Central Rain, de Reckoning (1984), uma das mais lindas linhas de baixo da música pop.
Did you never call? I waited for your call.
E uma palhinha do show:
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Entre 83 e 87 o R.E.M. era conhecidíssimo no circuito alternativo das rádios universitárias dos EUA e, claro, no underground do resto do mundo. Desse tempo saíram os álbuns Murmur, Reckoning, Fables of Reconstruction, Lifes Rich Pageant e Document, além de inúmeros b-sides. Depois viria o contrato com uma major e os álbuns Green e Out of Time inaugurariam uma nova era.
Neste ao vivo privilegiam a fase do início e não há como não arrebatar os velhos fãs, além de fazer os iniciados babarem. Esqueça os hits, o mais próximo disso é Drive, de 1992. Assim, de dispensável este álbum passou a quase obrigatório. Confira So. Central Rain, de Reckoning (1984), uma das mais lindas linhas de baixo da música pop.
Did you never call? I waited for your call.
E uma palhinha do show:
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sexta-feira, 25 de abril de 2008
Na vitrola toca R.E.M.

Accelerate (2008)
Não é a primeira vez e nem será a última em que o R.E.M. jogará peso no seu som para se reciclar. No clássico Lifes Rich Pageant (86) ou nos pós-grunge Monster (94) e New Adventures in Hi-Fi (96), de uma forma ou de outra, sairam de aventuras leves e/ou despojadas para registros com guitarras barulhentas e base encorpada.
Em Accelerate não é diferente. Depois de experimentos quase acústicos e eletrônicos dos últimos anos estes já veteranos soltam o pé e pisam fundo na distorção, no baixo pulsante e na cozinha marcada.
Não temos aqui músicas do calibre dos tempos de Lifes, mas é muito bom. Ou como diz na primeira faixa, “Living Well Is the Best Revenge”.
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Em Accelerate não é diferente. Depois de experimentos quase acústicos e eletrônicos dos últimos anos estes já veteranos soltam o pé e pisam fundo na distorção, no baixo pulsante e na cozinha marcada.
Não temos aqui músicas do calibre dos tempos de Lifes, mas é muito bom. Ou como diz na primeira faixa, “Living Well Is the Best Revenge”.
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
Hey kids, rock and roll

Na vitrola toca REM Live (2007)
Duas noites de 2005 em Dublin, Irlanda. Um set list de 22 músicas, que comportam alguns hits inevitáveis como Losing My Religion ou Everybody Hurts, clássicos dos fãs como Cuyahoga, Orange Crush ou The One I Love. Também temos algumas pérolas devidamente encorpadas dos últimos discos, assim como alguns petardos “lado b” do início da carreira.
O som é redondo, o punch poderoso. A banda, incorporada de mais 3, desfila esse arsenal de canções memoráveis como se estivesse tocando num bar, tamanha a intimidade.
De quebra, um DVD com o show completo que é a cara do REM. Despojado e quase perfeito.
Na boca, um gosto de quero mais.
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