
Há quem torça o nariz para os premiados com o Oscar. A verdade é que a Academia é capaz de premiar verdadeiras obras-primas assim como venerar grandes bombas, tudo a mercê do espírito político-social reinante à época da premiação. Uma rápida passada na lista de melhores filmes nos últimos anos dá bem a noção do que pode ocorrer (ou não) na cabeça dos eleitores (e no lobby da indústria, diga-se). Creio que Scorsese, em 2007, se encaixa na categoria dos petardos.
Obra-prima
Os Imperdoáveis (1992), O Silêncio dos Inocentes (1991), Annie Hall (1977), O Poderoso Chefão I e II (1972 e 1974), A Ponte do Rio Kwai (1957).
Em boas mãos
Crash (2005), Menina de Ouro (2004), Beleza Americana (1999), Forrest Gump (1994), O Último Imperador (1987), Perdidos na Noite (1969).
Meia-boca
Uma Mente Brilhante (2001), Shakespeare Apaixonado (1998), O Paciente Inglês (1996), Rain Man (1988).
Bomba
Gladiador (2000), Titanic (1997), Carruagens de Fogo (1981), Kramer vs. Kramer (1979).
