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domingo, 31 de agosto de 2008

Na vitrola toca Death Cab for Cutie



Narrow Stairs (2008)

O som do DCFC definitivamente não vai mudar o mundo, mas temos aqui um fato incontestável. As músicas de Ben Gibbard são todas sempre ótimas. Delicadas e instigantes na medida. É como se as baladas de Chris Martin, do Coldplay, tivessem alguns quilos de açucar a menos, ou seja, quase perfeitas.

O sexto disco da banda segue na mesma linha, sem sustos, mas imperdível.

Ouça Long Division

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segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007

Na vitrola toca

The ClashSandinista! (1980) – o subvalorizado disco triplo (no tempo dos LPs) do Clash poderia se mostrar datado pela temática política (na verdade não é) ou repetitivo no aspecto sonoro, já que a banda havia experimentado de tudo na conexão londrino-caribenha no disco anterior, o clássico London Calling. Ouvindo-o 27 anos depois ainda persiste a beleza de ótimas músicas e um frescor de causar inveja em discos novos. É longo, sim, mas das 36 músicas quase nada é dispensável. Já o tema político está à sua volta, perceba.

Death Cab for CutieTransatlanticism (2003) – um disco para se ouvir em camadas. Na primeira ouve-se um pop-rock comum de bom gosto, mas nada comparado ao que vem em novas audições. Temas inusitados, melodias invulgares e sinuosas vão abrindo o baú de belas canções, aqui com mais peso do que em Plans, mas com o mesmo lirismo sutil. Compartilhe no Facebook

segunda-feira, 1 de janeiro de 2007

Na vitrola toca



Death Cab for Cutie - Plans (2005) - a delicadeza e simplicidade das músicas do DCFC não escondem a força de um belíssimo compositor que é Benjamin Gibbard. Letras românticas sem serem dramáticas e melodias assombrosamente envolventes. Arranjos simples mas sofisticados dão a este quinto disco da banda do noroeste dos EUA um lugar cativo nos corações indies do mundo. Soul Meets Body é pop finíssimo pra não esquecer.

Yo La Tengo - Electr-O-Pura (1995) - este disco é do tempo em que o Yo La Tengo ainda usava a distorção como mote de suas músicas. Melodias assobiáveis faziam parelha com guitarras sujas e sinuosas. As bases despretensiosas criavam verdadeiros mantras rockeiros. Uma prévia do que seria a sua obra-prima dois anos depois, com I Can Hear The Heart. Depois disso, continuariam a ser bacanas e simpáticos, mas nunca mais seriam os mesmos.

Morrissey - Ringleader of The Tormentors (2006) - o bocudo foi morar em Roma, arrumou o lendário Tony Visconti para produção e até uma parceria com o não menos talentoso Ennio Morricone. O resultado é mais uma belo disco de sua carreira solo, com algumas músicas arrebatadoras e produzidas, desta vez, na medida certa. Cinismo em grande estilo. Compartilhe no Facebook