
Death Cab for Cutie -
Plans (2005) - a delicadeza e simplicidade das músicas do DCFC não escondem a força de um belíssimo compositor que é Benjamin Gibbard. Letras românticas sem serem dramáticas e melodias assombrosamente envolventes. Arranjos simples mas sofisticados dão a este quinto disco da banda do noroeste dos EUA um lugar cativo nos corações
indies do mundo.
Soul Meets Body é pop finíssimo pra não esquecer.
Yo La Tengo -
Electr-O-Pura (1995) - este disco é do tempo em que o Yo La Tengo ainda usava a distorção como mote de suas músicas. Melodias assobiáveis faziam parelha com guitarras sujas e sinuosas. As bases despretensiosas criavam verdadeiros mantras rockeiros. Uma prévia do que seria a sua obra-prima dois anos depois, com
I Can Hear The Heart. Depois disso, continuariam a ser bacanas e simpáticos, mas nunca mais seriam os mesmos.
Morrissey -
Ringleader of The Tormentors (2006) - o bocudo foi morar em Roma, arrumou o lendário Tony Visconti para produção e até uma parceria com o não menos talentoso Ennio Morricone. O resultado é mais uma belo disco de sua carreira solo, com algumas músicas arrebatadoras e produzidas, desta vez, na medida certa. Cinismo em grande estilo.
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