
Belle & Sebastian -
The Life Pursuit (2006) - os escoceses já foram injustamente chamados de "fofos" por causa de suas canções leves, tristes e melancólicas. Aqui aprimoram a virada iniciada no disco anterior. Os mesmo 60's revisitados, mas com um som corpulento, alegre e até para balançar os quadris (pinceladas de Motown) em meio à orgãos Hammond, pianinhos e guitarras límpidas. Uma delícia.
Air -
Moon Safari (1998) - a estréia da dupla francesa é uma verdadeira pérola. Catalogados como "eletrônicos", eles misturam baterias digitais e acústicas com teclados analógicos (moog, piano elétrico, clavinet), sintetizadores modernos, vocais etéreos e
vocoder. Letras curtas, românticas e espaciais, intercalam inglês com francês em achados como
Sexy Boy,
Le Voyage de Penelope e
You Make It Easy. Também temos seções instrumentais de encher os ouvidos. Um dos grandes discos dos últimos 10 anos.
Sigur Rós -
Takk... (2006) - os islandeses mais famosos depois de Björk (muito menos chatos, diga-se)cantam na sua língua natal e compõem temas campestres com conotações mágicas. O som acompanha. Parece uma caixinha de músicas que de repente explode num vulcão sonoro. Estranho, bonito e emocionante.
Ladytron -
Witching Hour (2005) - no quarto disco o Ladytron incorpora mais rock a seu som eletrônico e incrementa mais pop às músicas cada vez mais soturnas. O resultado é uma jóia que toca na vitrola há um ano sem parar, mas comento aqui porque foi lançado (finalmente) no Brasil em virtude do show deles no
Nokia Trends.
Teenage Fanclub & Jad Fair -
Words of Wisdom and Hope (2002) - o som do TFC é sempre bacana, mas aqui, apesar de ótimas músicas, parecem que não combinam com o vocal de Fair.
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